Dicas para o planejamento do seu casamento.

''Com a liberdade sexual, as pessoas passaram a dar mais valor à intimidade afetiva'', afirma a sexóloga Maria Helena Matarazzo Foto: Getty Images
A atriz Samira Ávila, 28 anos, e o historiador Bruno Vorcaro, 30, são casados há quatro meses e moram em Belo Horizonte. A advogada Geórgia Franco, 26, e o publicitário André Franco, 35, são casados há três meses e vivem em São Paulo. Os casais não se conhecem. Mas, coincidentemente, deram respostas muito parecidas para a pergunta: ”Existe diferença entre casar e morar junto?”. ”Depois que subimos ao altar, sinto que não somos um casal, mas sim uma família”, disse André. ”Minha família era pai, mãe, avó. Agora é a Samira. Ela passou a vir antes de todo mundo”, falou Bruno.
Os depoimentos confirmam o que a sexóloga Maria Helena Matarazzo concluiu a partir de seus 30 anos de experiência como terapeuta de casais. ”Morar junto funciona como um teste. No geral, não é uma decisão tão carregada da intenção de perenidade”, afirma. O psicólogo Bernardo Jabloski, professor da PUC do Rio de Janeiro e autor de vários livros sobre relacionamentos, vai além: ”Os homens, principalmente, tomam a decisão de se casar quando querem construir um lar, ter filhos. Eles lidam com mais dificuldade com a idéia do casamento justamente porque o encaram, bem mais do que as mulheres, como um compromisso de permanência”. No Brasil, apenas 16% dos pedidos de separação não consensual partem de pessoas do sexo masculino.
Bem antes de se casar com Geórgia, André havia dividido o teto com outra namorada durante mais de quatro anos. ”A experiência de agora é tão diferente… E é diferente também do que foram os dez meses em que morei solteiro com a Geórgia no meu apartamento.” Mas, na prática, o que mudou depois do ”unidos até que a morte os separe”? Geórgia é quem responde: ”Nasceu uma sensação de conforto, uma certeza de que tudo está no lugar certo. Passamos a falar mais ‘nós’ e menos ‘eu”’. Tanto que, depois de voltar para casa após a festa, André, que nunca havia tido problemas com a decoração, propôs mudar a disposição dos móveis. ”Senti vontade de transformar o espaço que era meu em nosso”, explica ele.
Samira e Bruno já estavam juntos há dez anos, entre idas e vindas, quando resolveram trocar alianças. Ele se mudou para a casa dela em março do ano passado e, três meses depois, conversaram pela primeira vez sobre casamento. Acham que a decisão ‘’selou” a relação. ”Passei a sentir que esse negócio do ‘pra sempre’ é de verdade. Estou disposta a passar o que for necessário pelo Bruno”, diz Samira. Ela adora exibir na mão esquerda o símbolo do compromisso. ”Não acho nada careta usar aliança. Pelo contrário: hoje em dia é muito revolucionário assumir um casamento!”.
”Afeto, ao contrário de sexo, não tem sido tão fácil achar por aí”, afirma Maria Helena Matarazzo. ”Hoje existe sexo anônimo, sexo virtual… As pessoas passaram a dar maior valor à intimidade afetiva, que é muito mais difícil de conquistar.”
Questão de comprometimento
É claro que muitos casais que vivem juntos sem papel passado têm o mesmo nível de compromisso que teriam se fossem casados. Na prática, juntar os trapos acaba sendo uma união estável, inclusive do ponto de vista jurídico - vale o regime de comunhão parcial de bens. O problema é quando uma parte do par considera estar casada e a outra não. O apaixonado namoro de um ano e meio da estudante de história Cynthia Oliveira, 26 anos, acabou por causa dessa diferença. Quatro meses depois que ela e o cinegrafista Guilherme Dutra, 30 anos, foram morar juntos, se instalou o inferno. ”Brigávamos muito”, conta Cynthia. ”O Guilherme ficava bravo por ter de me dar satisfação quando ia chegar mais tarde em casa, por exemplo. Ele achava que deveria ter a mesma liberdade de um solteiro. Nunca sonhei em me vestir de noiva e pensava: ‘Ah, os direitos legais são os mesmos’. Só depois é que fui entender que não é uma questão de direitos, mas sim de comprometimento.”
As mulheres quem pedem divórcio
Apenas 16% das separações não consensuais no Brasil são decisão masculina. Segundo o psicólogo Bernardo Jabloski, os homens no geral não buscam no casamento a realização afetiva. ”Muitos deles nem sabem o que é isso. Se um cara enfrenta uma crise sexual com a mulher, por exemplo, transa fora de casa e tudo bem. Já elas querem uma relação para valer.”
Fonte da reportagem: http://gloss.abril.com.br/
Modelos de vestidos para todos os tipos de noiva. Veja as tendências para 2012.
Conteúdo do site SOU MAIS EU!
Eu namorava o Flávio havia três anos quando começamos a planejar nosso casamento para 2010. Mas para o projeto sair do papel, queríamos primeiro comprar uma casa. Encontramos um apartamento que cabia no nosso bolso e decidimos morar juntos de imediato.
Minha mãe ficou chateada com a pressa. Afinal, ainda era julho de 2009. Ela é extremamente católica e queria casar sua primeira filha na igreja. Eu tinha o desejo de fazer juras de amor eterno diante das nossas famílias e de Deus. Mas, naquele momento, a prioridade era a mobília do nosso cantinho. Nos mudaríamos em um mês.
>> A festa seria em 60 dias
Compramos os móveis e os eletrodomésticos. Apesar da vida corrida e apertada, meu desejo de casar vestida de noiva permanecia vivo. Sem falar no orgulho que eu daria à minha mãe ao entrar com meu pai na igreja. Conversei muito com o Flávio. Analisamos as despesas que já tínhamos e as que viriam com a celebração. Percebemos que seria possível fazer uma festa apenas para as pessoas mais íntimas! Além disso, como sou tímida e discreta, uma recepção aconchegante teria muito mais a ver comigo. A troca das alianças aconteceria em dois meses.
>> Comprei um vestido simples
Decidi fazer uma cerimônia sem extravagâncias. A recepção seria um almoço no salão do prédio dos meus sogros. Eu precisava de um vestido simples e leve. Visitei três lojas e só encontrei muito brilho e glamour, tudo o que eu não queria. Permaneci otimista e me apaixonei por um modelo na quarta tentativa. Ele era longo, sem bordados, lindo! O valor do primeiro aluguel era de R$ 800 e estava dentro do meu orçamento. Negócio fechado!
>> Tive de pagar tudo à vista por causa do meu prazo
As taxas do cartório e da igreja são fixas e não podem ser negociadas. Com todos os outros contratos, fiz pelo menos três orçamentos para poder comparar. Minha regra era pagar menos por bons serviços, principalmente o bufê. Conseguimos fechar um almoço para 50 pessoas com direito a salada, dois risotos, uma massa, picanha, refrigerante, água, bolo e três tipos de docinhos. O valor de R$ 1.500 também incluía o serviço de garçom, guardanapos, talheres, louças e copos. Perfeito!
Tive de pagar quase tudo à vista por causa do prazo apertado. Geralmente, as empresas permitem que o pagamento seja feito até a data do evento, mas como tínhamos apenas oito semanas, não conseguimos negociar muita coisa. A exceção foi a fotógrafa, que parcelou tudo em quatro prestações de R$ 175, pois o trabalho final só ficaria pronto depois de alguns meses.
Só não abri mão de ter um dia da noiva completo! Fechei os olhos e encarei os gastos. Queria curtir os momentos que precedem o tão esperado sim! Os profissionais me deixaram bem linda e feliz! Não me arrependo de ter desembolsado três parcelas de R$ 240 para pagar o penteado, a maquiagem e a manhã de princesa.
>> Sofri para fazer uma lista com apenas 50 convidados
Fazer a lista de convidados foi a parte mais difícil de todo o processo! Claro, gostaríamos de contar com a presença de todas as pessoas queridas que fazem parte de nossas vidas, mas, infelizmente, não caberia no nosso orçamento. Então, para chegarmos em 50 convidados, selecionamos os parentes e amigos mais próximos, aqueles com quem realmente temos contato frequente.
Um mês antes, entregamos os convites, que nós mesmos imprimimos, e pedimos confirmação. Assim, quem não podia ir abria vaga para outros amigos. Dessa forma, conseguimos ter um controle perfeito da quantidade de pessoas. Não passamos apuros por receber mais convidados do que o combinado.
Todos os detalhes foram escolhidos a dedo e transformaram meu casamento em um momento inesquecível. E o mais importante: tudo foi feito dentro das nossas condições financeiras, o que me fez respirar aliviada depois da celebração. Descobri que realizar um casamento sem pompa não significava abrir mão da tradição. Se pudesse, eu só faria uma coisa diferente: planejaria com mais tempo para conseguir mais facilidade nos pagamentos.
Alianças R$ 300
Arranjo de cabelo R$ 150 o aluguel
Bufê R$ 1.825, para 50 pessoas
Buquê R$ 100, com rosas
Aluguel de cadeiras e mesas R$ 202, 13 mesas de plástico e 52 cadeiras de plástico
Cartório R$ 281,30
Cerveja R$ 200,
Convites R$ 19,40
Dia da Noiva R$ 720
Fotografia R$ 1.000. Álbum de 24 x 30 cm com 100 fotos
Igreja R$ 600
Senhora do Rosário da Pompéia Salão de festas R$ 70
Sandálias R$ 60*
Noivinhos de bolo R$ 60
Vestido R$ 1.200
Enlouquecidas com tantos preparativos, as noivas esquecem que esse é o grande dia deles também. Listamos os maiores erros cometidos pelas Noivas. Tente evitá-los:
· É importante que o noivo participe de cada decisão, pois os homens normalmente têm maior habilidade para negociar valores.
· Discordar é produtivo. Se não chegamos a um acordo, pelo menos a deixo mais segura quanto à decisão que tomou.
· É natural que a família da noiva se envolva mais com os preparativos, mas é importante não deixar os sogros de lado. Eles também fazem parte desse momento e devem ter suas opiniões levadas em conta.
· Um dos erros mais comuns entre as noivas é pensar no casamento como o seu grande dia, e não do casal, e tratar o homem como um coadjuvante. O noivo, aliás, merece muito destaque, porque não é fácil lidar com a ansiedade da futura mulher.
· O homem também tem suas inseguranças, mesmo que não demonstre. Temos medo de desapontá-las, de não conseguir realizar seus sonhos.
Fonte: Noivas Claudia.
Reportagem: Andrezza Duarte
A paulistana Adriana Guimarães Coelho embarcou em um transatlântico com o noivo, Eduardo La Luna, sem saber onde ou que dia iriam se casar. Tudo dependia da programação a bordo, já que ambos, professores de dança, estavam a trabalho. Confira o relato:
“Parecia um sonho. Eu não conseguia acreditar que uma simples brincadeira estava se tornando realidade. Eduardo e eu somos DJs e professores de dança e já namorávamos fazia cinco anos. Casar no mar era um desejo que começamos a acalentar um ano antes, quando atuávamos no Dançando a Bordo, evento anual de dança de salão realizado em um navio. A ocasião reunia muitos amigos e colegas de profissão. Então, aproveitamos a oportunidade para fazer uma cerimônia simbólica de casamento. Da nossa família, só nossas mães e a irmã do Edu puderam comparecer.
A rota passava por Santos, Rio de Janeiro, Salvador, Ilhéus e Ilhabela e embarcamos sem saber exatamente o dia em que nos casaríamos. Eu estava a trabalho e não podia contar com tempo para me arrumar. Para prevenir, montei um buquê com flores artificiais e escolhi um arranjo de cabelo prático. Antes da viagem, minha mãe tinha costurado e bordado meu vestido de noiva.
A cerimônia foi no dia 17 de fevereiro, quando estávamos ancorados em Salvador, um lugar abençoado. O casamento fez tanto sucesso que muitas pessoas me perguntaram se fazia parte de algum show. No lugar do padre, o comandante realizou a cerimônia. Nossos padrinhos, escolhidos entre amigos e alunos, estavam com roupa de pirata porque, após a troca de alianças, haveria uma festa à fantasia para os hóspedes.
Depois do casório, ainda vestidos de noivos, começamos nossa noite de núpcias trabalhando como DJs na boate. Não pretendemos nos casar nem no civil nem no religioso, nosso conto de fadas já aconteceu e foi lindo!”.
Vamos ver como via a sua memória. Abaixo nós temos um teste sobre noivas. Com tantos casamentos fugazes, como o da atriz Stephany Brito e do jogador Alexandre Pato (recém-separados após nove meses de recém-casados!), quem lembra a identidade das moças vestidas de branco?
Fonte: Época

Você já pensou na ideia de servir cupcakes ao invés do tradicional bolo de casamento? Para quem já teve a oportunidade de ver e provar um cupcake sabe que ele simplismente rouba a cena na mesa de doces. De alguns anos pra cá o cupcake vem sendo cada vez mais utilizado em casamentos, seja para fazer parte dos doces, seja até mesmo para ser dado como lembrancinha ou então para substituir o tradiconal bolo dos noivos.
Isso não significa que você tenha que descartar o tradicional bolo rendondo, uma tendência americana traz suportes repletos de cupcakes e no topo um bolo pequeno para que os noivos cortem juntos como forma de simbolizar a partilha e a união.
O “bolo” formado pelos cupcakes dá um ar super descontraído deixando até os convidados a vontade para pegar, como você também pode pedir que sejam servidos como o tradicional bolo cortado que vem da cozinha.
Já pensou nessa ideia?

Já pensou em ousar no seu casamento? Uma entrada bem diferente, padrinhos sem suas roupas chiques, noivos a vontade. Se você quer fugir do convencional e surpreender com uma entrada criativa na igreja, dê uma olhada neste vídeo. Coreografia perfeita entre padrinhos e noivos.